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OLIMPISMO NO BRASIL: medalhas e classificações

Autor(es): Aristides Almeida Rocha e Henrique Nicolini
Cód: 324
 
Por: R$ 38,00
 
 
OLIMPISMO NO BRASIL: medalhas e classificações
 
 
Sobre o produto
Páginas: 240
Formato: 17 X 24 CM
ISBN: 9788576550587
Peso (em gramas): 470
Ano: 2008
Edição: 1
Sinopse
Quem tem a oportunidade de presenciar pessoalmente a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos desfruta de um grande privilégio. Pode-se dizer que assistiu ao maior espetáculo da Terra, pelo alto significado daquela festa, tanto pela sua beleza plástica quanto pelo seu conteúdo simbólico.

A pessoa que, afortunadamente, conseguiu uma poltrona no estádio onde a cerimônia acontece verá passar diante de seus olhos a própria humanidade. São cidadãos de mais de duzentos países (uma quantidade de nações maior do que as filiadas à própria Organização das Nações Unidas – ONU) representando uma diversidade de raças, cores, biótipos e bandeiras nacionais do mundo que habitam.

Aqueles que estão desfilando acenando para o povo das tribunas correspondem ao ápice do ser humano em termos de força, vigor, destreza e eugenia.

O embalo das músicas em tom marcial, a decoração do local, complementada pelo multicolorido dos uniformes, e o simbolismo do cerimonial significam o máximo possível em termos de espetáculo. Nenhuma obra de ficção poderia superar a realidade deste verdadeiro hino à vida.

Cada país designa para carregar seu pavilhão o atleta de maior destaque esportivo, o símbolo da nação, o ídolo principal naquela corrente contínua de astros e estrelas do esporte. Na manhã seguinte, todos estarão competindo nas pistas, piscinas, quadras, raias, ringues e tatames, proporcionando 15 dias de emoções, de aplausos ou desilusões, de euforia ou lágrimas, os contrastes de todo o sentimento humano.

É destas duas semanas, acompanhados por quase toda a população do mundo por meio de veículos impressos e eletrônicos, que sairão astros transformados em heróis em sua terra natal e figuras admiradas pelo resto do mundo. Desde a Grécia Antiga, os vencedores do Olimpo davam seu nome a vias e locais públicos. É a glória de ser o melhor entre os bilhões de habitantes da Terra.

A fixação do foco apenas no número um, entretanto, não é eticamente justa. Somente o fato de participar com algum êxito daquela festa já constitui uma grande glória para qualquer disputante. Discordamos, com toda a nossa alma, daquele anúncio publicitário que dizia ser o vice-campeão, a medalha de prata, o perdedor do ouro.

É por esta razão que, neste livro, estamos resgatando para a história do esporte brasileiro o nome e as performances de todos os brasileiros que obtiveram até o décimo posto em quase nove décadas de nossa participação olímpica. Avaliza esta decisão o fato de que muitos de nossos atletas, que nem classificados foram, em um desempenho localmente muito válido, bateram recordes nacionais e sul-americanos.

Além de um trabalho de pesquisa, procuramos contar fatos que acompanharam a presença do Brasil nos Jogos Olímpicos; alguns edificantes, outros, nem tanto.
Sumário
Parte 1 - O Olimpismo como valor cultural

Parte 2 - O Brasil nos Jogos Olímpicos

Parte 3 - Realidades que os números não mostram

Parte 4 - Conclusões: perspectivas futuras
Sobre o Autor:
  Aristides Almeida Rocha  
  Professor universitário, presidente do Panathlon Club São Paulo, pesquisador e autor de vários livros da área esportiva, professor da cadeira de saúde pública e meio ambiente, diretor aposentado da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, membro da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, autor de importantes trabalhos científicos na área da Saúde Pública.  
     

  Henrique Nicolini  
  Formado pela Escola Superior de Educação Física de São Paulo, formado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP – seção Filosofia, Jornalista, fez sua carreira na A Gazeta Esportiva, onde chegou ao posto de Editor-chefe dos Esportes Amadores; cobriu os primeiros Jogos Pan-americanos (Buenos Aires – 1951); cobriu os Jogos Olímpicos de Munique (1972), Los Angeles (1984), Seul (1988), como chefe de imprensa da delegação brasileira (1988), e Barcelona (1992). Foi membro do Comitê Olímpico Brasileiro.